O que é a Ficções    /   Contos dos leitores   /  Oficinas de escrita   /   Mailing-list
 
 
 
Inscreva-se
na mailing-list
 
Os leitores interessados em receber informações sobre a revista e as actualizações da nossa página web poderão inscrever-se na mailing-list
 
     
     
  Dossier de Imprensa  
     
     
     
 

Ficções
A primeira revista de contos
Nove autores, nove contos. De Edgar Allan Poe a Pedro Mexia, passando por nomes maiores da narrativa, como Machado de Assis, Italo Svevo ou Agustina Bessa-Luís, ou revelando autores como Fernanda Cachão e Pedro Mexia. Tudo com direcção de Luísa Costa Gomes, chancela de uma nova editora e sob orientação gráfica de Jorge Silva. Num objecto visualmente atractivo e sedutor.
Traduções e inéditos que indiciam uma tentativa de relançar o conto, entre nós, como género literário específico. Ou seja, e como se explica na contracapa deste primeiro número, em jeito de programa e abrindo o século vinte e um a outros voos, «Tornou-se comum ouvir dizer que não há em Portugal uma tradição de escrita e publicação de contos. Não havendo tradição, os editores consideram um risco publicá-los e assim, parece que não há quem os escreva. A iniciativa da criação de uma revista literária dedicada ao conto procura romper com este círculo infernal».
Revista Pública

A propósito...
A propósito de ficções: Luísa Costa Gomes e a editora «Tinta Permanente» arriscaram um caminho que merece atenção. O que é? É uma «revista de contos». Ficções assim se chama, reúne portugueses e estrangeiros, inéditos e «reposições», novas e velhas traduções e é exactamente o que o nome indica. A meio caminho entre uma revista e um livro, edita pequenos contos sob a forma de livro. É, mais do que uma aproximação à leitura, uma forma de a tornar fácil e agradável. Uma ideia pedagógica e, ao mesmo tempo, interessante. Como dizia o título do filme, «melhor é impossível».
Pedro Rolo Duarte, DN

Ficções & Cia.
A revista de contos Ficções foi uma das mais belas e acertadas novidades editoriais do ano passado em Portugal (pelo conceito que lhe está na origem e pelo conteúdo dos dois números publicados). A editora «Tinta Permanente» anuncia para 2001 mais duas Ficções (com contos de Kleist, Melville, Buzatti, Mário de Carvalho ou José Eduardo Agualusa). Publicará um novo livro de contos de Luísa Costa Gomes (O Império do Amor), uma antologia intitulada De Férias (com histórias de Tchekov, Maupassant, Sena, Pavese, Nabokov...) [...]
Público

Ficcionando contos
Esta revista, dirigida por Luísa Costa Gomes, pretende retomar a herança um pouco esquecida da ficção neste género e afirmá-la na emergência de uma publicação que congrega o lado mais tradicional do conto com linguagens inovadoras do contar.
Surgem, assim, em simultâneo no mesmo número, numa estrutura que sustenta o próprio projecto editorial, autores estrangeiros com inscrição no património ficcional da humanidade e autores portugueses que incluem dois nomes inéditos. Esta relação estrutural oferece-nos uma abrangência coerente que permite a errância pelos mais variados universos ficcionais, o reencontro com uma literatura mais clássica, no sentido em que lidamos com acção, personagens bem construídos e uma «moral da história», e ainda o questionar da própria arte de contar e das suas categorias.
Marta Lança, Mil Folhas - Público

Contos largos na revista Ficções
A revista semestral Ficções é um fenómeno. Porquê?
Luta, resiste. Vive. Existe há dois anos (iniciou a publicação em Março de 2000) e insiste em sair duas vezes por ano e editar também um número fora-de-série por altura do Verão. Em 2001, este número excepcional foi dedicado às férias e este ano à comida. Mas a revista Ficções é um fenómeno sobretudo por causa do assunto a que se dedica: o conto [...]
Público

"O conto tem uma estética própria"
[...] Como Luísa Costa Gomes gosta de contos e escreve e publica contos, o seu trabalho de direcção na Ficções está justificado. A verdade é que o deprezo a que o conto é votado em Portugal é de difícil explicação.
Se pensarmos que Camilo Castelo Branco foi acusado de falta de fôlego... «Mas ele escrevia novelas, não contos, que têm uma estética própria», explica a directora da revista.[...]
[...] O site da revista é, aliás, uma componente essencial do projecto. «É um local de intercâmbio de ideias sobre o conto como género, mas também um sítio para onde se manda produção própria e inédita. E há contos que são publicados no site e não em papel», explica. Por outro lado, o site apresenta links que remetem para outros sites estrangeiros que se dedicam ao conto também.[...]
Torcato Sepúlveda, GLX

Numa das minhas visitas a uma feira do livro, deparei com uma bancada cheia de uns curiosos livrinhos de capa branca, todos com o mesmo título mas com um número em fundo colorido no canto inferior direito da capa. Um frisozinho de letras pequeninas logo por baixo do título desfez alguns equívocos, dizendo tratar-se não de livros mas sim de vários números de uma "revista de contos", dirigida pela Luísa Costa Gomes e editada por uma editora de que nunca tinha ouvido falar, uma tal de Tinta Permanente.
Vasculhando os nomes dos autores incluídos em cada número, resolvi levar para casa como teste o número 2. [...]
Resumindo: um número com uma componente fantástica forte, quer em espaço ocupado, quase um terço da revista, quer em qualidade. Se os outros números forem também assim, a Ficções acabará por se tornar importante no âmbito da ficção curta fantástica publicada em português.
Jorge Candeias, www.ficcao.online.pt

Contos: delícias curtas
Uma revista? Ficções - Revista de Contos: gostávamos que nunca acabasse, sabe bem comprar duas por ano e mais uma especial de Verão, sempre com contos fresquinhos, inéditos ou clássicos, seleccionados por Luísa Costa Gomes [...]
Notícias Magazine

Ficções é uma revista exclusivamente dedicada à publicação de contos, que pretende contribuir para relançar o interesse do conto como género literário específico, dando-lhe espaço próprio de publicação. Dá a conhecer, retira do esquecimento e revela contos e autores clássicos e contemporâneos, ao mesmo tempo que abre um novo espaço à publicação de autores portugueses inéditos. No princípio do ano 2002, a Ficções abriu também a sua página na Internet, seguindo a mesma lógica de edição, em que a qualidade do texto é de facto o mais importante. O Nº 8 começa com um pequeno e delicioso conto de Ramalho Ortigão, a que se segue Villiers de L'Isle-Adam, Elisabeth Bishop, Ray Bradbury, Doris Lessing, Augusto Abelaira e José Rodrigues Miguéis.
Biblioteca Municipal António Botto, Fevereiro 2004


 
     
 
Home | Último número | Números anteriores | Biblioteca | Comprar | Links | Contactos
© 2003-2006 Ficções - ficcoes@editorial-caminho.pt